Hematologia practica

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Diplomatura en Gestión en Salud, Universidad Juan A. Director del Centro Regional de Transfusion Sanguinea y Banco Sectorial de Tejidos de Granada-Almeria, Espa�a. Endocrinologista é o médico especialista em Endocrinologia que é uma especialidade médica que estuda as desordens do sistema endócrino e suas secreções específicas chamadas hormônios. Inicialmente ocupava o mesmo espaço que o Serviço de Imunohemoterapia, no piso 1, ala poente.

Páginas: 234

Editor: Hematologia practica; 2 edition (October 7, 2015)

ISBN: 9801113936

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Actualmente gerimos uma rede de várias unidades de saúde na zona centro de Portugal, destacando-se dois hospitais, a Casa de Saúde de Santa Filomena e o Centro Hospitalar de São Francisco, em Leiria Extravasation: Diagnosis, leer en línea http://dashtenourdiesel.com/books/extravasation-diagnosis-treatment-and-prevention. Existem unidades de investigação científica que permitem experimentá-la e validá-la. Assim, por exemplo, nas Universidades Estatais de Medicina Chinesa, ensinam-se aos futuros médicos teorias e métodos fundamentais dos textos milenares, paralelamente as técnicas de investigação ou de cuidados clínicos procedente á medicina moderna Inmunologia aplicaciones descargar libro Inmunologia aplicaciones practicas. Suas áreas de interesse clínico incluem as doenças do rim, distúrbios eletrolíticos e metabólicos , cited: Hematología. Diagnóstico y tratamiento dhyanabohnet.com. Contaminación microbiana sepsis asociada a la transfusión: hiperamonemia, hipofosfatemia, hipercalcemia, acidosis, hemólisis pretransfución in vitro, hemosiderosis TRATAMIENTO CON ANTICOAGULANTES http://dashtenourdiesel.com/books/tratamiento-con-anticoagulantes. Fontes:http://www.ccci.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=29&Itemid=29http://www.clinicahipertensao.com/word/?p=25http://liberal.sapo.cv/noticia.asp?idEdicao=64&id=20020&idSeccao=527&Action=noticia Download our medicina interna william n kelley eBooks for free and learn more about medicina interna william n kelley en línea. Enfermedades de los riñones y vías urinarias. Enfermedades de las vías gastrointestinales. Trastornos del sistema inmunitario, el tejido conjuntivo y las articulaciones. Capítulos electrónicos (e-chapters) de los colaboradores internacionales. A medicina interna consiste em uma especialidade médica responsável por diagnosticar e tratar grandes quadros sintomáticos em adultos e, particularmente, os polissistêmicos ou que abrange diversos órgãos, de acordo com uma perspectiva global e integrada a outras especialidades , e.g. Cuestiones en hematologia. leer gratis leer gratis.

Manual de pruebas funcionales de endrocrinologia

El Banco de Sangre y la Medicina Transfusional

Residência em Clínica Médica pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Residência Médica em Oncologia pelo Instituto Nacional de Câncer (INCA). Médico do Centro de Terapia Intensiva da Clínica São Vicente da Gávea. Formada pela Universidade Estadual do Pará em 1996 , source: El Banco de Sangre y la Medicina Transfusional leer aquí. A Ministra da Sa�de, Ana Maria Teodoro Jorge, em 20 de Julho de 2010. A forma��o espec�fica no internato m�dico de Medicina Interna tem a dura��o de 60 meses (cinco anos, a que correspondem fifty five meses efectivos de forma��o) e � antecedida por uma forma��o gen�rica, partilhada por todas as especialidades, designada por ano comum. 1 - Dura��o - 12 meses. 2 - Blocos formativos e sua dura��o: a) Medicina interna - quatro meses; b) Pediatria geral - dois meses; c) Obstetr�cia - um m�s; d) Cirurgia geral - dois meses; e) Cuidados de sa�de prim�rios - tr�s meses. three - Preced�ncia. - A frequ�ncia com aproveitamento de todos os blocos formativos do ano comum � condi��o obrigat�ria para que o m�dico interno inicie a forma��o espec�fica. four - Equival�ncia. - Os blocos formativos do ano comum n�o substituem e n�o t�m equival�ncia a eventuais est�gios com o mesmo nome da forma��o espec�fica. 1.1 - A medicina interna ocupa-se da preven��o, diagn�stico e orienta��o da terap�utica curativa n�o cir�rgica das doen�as de �rg�os e sistemas ou das afec��es multi-sist�micas dos adolescentes, adultos e idosos. 1.2 - A vis�o integradora da constela��o de caracter�sticas fisiol�gicas e patol�gicas do doente e a articula��o com as pr�ticas de outras especialidades definem a sua ess�ncia. 1.3 - Esta especialidade exerce-se em cl�nica de internamento, de ambulat�rio, cl�nica de urg�ncia/emerg�ncia dos estados cr�ticos. 1.4 - A variedade nosol�gica n�o permite o estabelecimento de compartimenta��es r�gidas relativas aos objectivos dos conhecimentos, exigindo-se ao m�dico interno de medicina interna a constru��o de um edif�cio te�rico multidisciplinar que, em conjunto com a aquisi��o de uma experi�ncia pr�tica s�lida e variada, lhe permita a resolu��o de problemas cl�nicos progressivamente mais complexos. 2 - Dura��o da forma��o espec�fica - 60 meses. three - Estrutura, dura��o e sequ�ncia dos est�gios: 3.1 - Estrutura e dura��o dos est�gios: 3.1.1 - Medicina interna - dura��o m�nima de forty two meses; 3.1.2 - Medicina de cuidados intensivos polivalentes - est�gio obrigat�rio de seis meses em unidade polivalente; 3.1.3 - Est�gios opcionais - dura��o at� 12 meses. 3.1.3.1 - Os est�gios opcionais realizam-se em servi�os ou unidades com idoneidade formativa reconhecida que permitam assegurar tiroc�nios que interessem ao plano de treino, definido pelo interno e seu orientador de forma��o, ouvido o director do servi�o onde est� colocado. 3.1.3.2 - Cada um dos est�gios opcionais n�o poder� ter uma dura��o inferior a tr�s meses. 3.1.3.3 - Recomendam-se os seguintes est�gios opcionais nas �reas referidas: 3.2 - Sequ�ncia dos est�gios: 3.2.1 - O primeiro e o �ltimo ano do internato s�o desejavelmente efectuados em servi�o de medicina interna, obedecendo os restantes est�gios ao plano de forma��o aprovado em cada institui��o. four - neighborhood de forma��o para cada est�gio: 4.1 - Est�gio de medicina interna - servi�o de medicina interna. 4.2 - Est�gio de medicina de cuidados intensivos polivalentes - servi�o ou unidade de cuidados intensivos polivalentes. 4.3 - Est�gios opcionais - servi�o ou unidade cujo exerc�cio permita o cumprimento do plano e dos objectivos do tiroc�nio. 4.4 - N�o s�o considerados v�lidos os est�gios que n�o contemplem actividade cl�nica ou desempenho. 4.5 - Os servi�os ou unidades respons�veis pelos est�gios devem possuir obrigatoriamente um plano de forma��o que respeite o programa m�nimo definido, nomeando um respons�vel de est�gio para acompanhamento do m�dico interno. five - Objectivos dos est�gios: 5.1 - Est�gio em medicina interna: 5.1.1 - Objectivos de desempenho: 5.1.1.1 - Durante a totalidade do internato, o interno deve adquirir progressiva autonomia nos seguintes itens: a) Colheita e elabora��o de hist�rias cl�nicas, elabora��o de diagn�stico diferencial, emiss�o de diagn�sticos cl�nicos provis�rios, solicita��o de exames complementares de diagn�stico, interpreta��o de anomalias cl�nico-laboratoriais, integra��o de todos os elementos de investiga��o cl�nica, obten��o de um diagn�stico ultimate, prescri��o e realiza��o de um protocolo terap�utico e defini��o de um progn�stico; b) Apresenta��o oral clara, extensa ou resumida (em forma de ep�crise) de casos cl�nicos, em visita m�dica ou reuni�o cl�nica; c) Capacidade de apresenta��o sum�ria de um conjunto de doentes, em visita m�dica, reuni�o de servi�o ou transfer�ncia de turno de urg�ncia; d) Realiza��o de nota de alta ou transfer�ncia; e) Participa��o activa em reuni�es cl�nicas; g) Realiza��o/participa��o activa em sess�es tem�ticas ou de revis�o bibliogr�fica; h) Assimila��o e emprego com conveni�ncia das regras que regem a solicita��o de servi�os de outras especialidades; i) Integra��o nas equipas de urg�ncia interna; j) Integra��o nas equipas de urg�ncia externa por per�odos de 12 horas semanais, com forma��o em exerc�cio, sob tutela de um especialista de medicina interna, em todos os sectores que constituem o servi�o de urg�ncia, sendo esta actividade reconhecida como primary na forma��o em medicina interna, pelo que a explana��o das compet�ncias adquiridas nesta �rea e a reflex�o sobre a respectiva casu�stica ser�o relevantes para a avalia��o ultimate; l) Integra��o na consulta externa e reflex�o cr�tica sobre a casu�stica respectiva; m) Execu��o das seguintes t�cnicas: 1) Pun��o e canaliza��o das veias perif�ricas; nine) Outras t�cnicas de colheita de tecidos para estudo histol�gico; n) Conhecimento dos princ�pios de estat�stica aplicados �s ci�ncias biol�gicas e ou capacidade de utiliza��o e interpreta��o de programas inform�ticos de tratamento e an�lise estat�stica na �rea biom�dica; o) Conhecimento e aplica��o dos consensos de �tica e da deontologia m�dicas; p) Participa��o em publica��es cl�nicas ou cient�ficas; q) Participa��o em cursos de p�s-gradua��o (nacionais ou estrangeiros) de interesse e m�rito reconhecidos; r) Elabora��o e execu��o de projectos de investiga��o; s) Integra��o em n�cleos de ensino pr� ou p�s-graduado; t) Participa��o em ac��es de consultadoria a outras especialidades, em regime tutelado. 5.1.2 - Objectivos de conhecimento - para o 1.�, 2.�, 3.�, 4.� e 5.� anos - etiopatogenia, epidemiologia, fisiopatologia, anatomia patol�gica, semiologia cl�nica e laboratorial, diagn�stico e terap�utica de entidades nosol�gicas inclu�das nas seguintes �reas: t) Toxicologia e subst�ncias de abuso. 5.2 - Est�gio em medicina de cuidados intensivos polivalentes: 5.2.1 - Objectivos de desempenho - execu��o de t�cnicas de diagn�stico e terap�utica em doentes em cuidados intensivos, nomeadamente: b) Monitoriza��o cl�nica e laboratorial da fun��o respirat�ria; c) Cateterismo venoso imperative percut�neo; d) Cateterismo venoso e arterial; e) Entuba��o endotraqueal e manuten��o da through a�rea; f) Suporte ventilat�rio mec�nico e suas diferentes modalidades; g) Suporte nutricional ent�rico e parent�rico; h) Instala��o de estimulador card�aco transvenoso provis�rio; l) T�cnicas de analgesia e seda��o. 5.2.2 - Objectivos de conhecimento: a) Conhecimento de crit�rios de admiss�o e alta das unidades de cuidados intensivos; b) Vigil�ncia e monitoriza��o (invasiva/n�o invasiva) de doentes em estado cr�tico; c) Reanima��o e terap�utica do choque; e) Altera��es do equil�brio hidroelectrol�tico e �cido-base; f) Emprego de solu��es parenterais; g) Transfus�o de sangue e derivados; h) Fisiopatologia e terap�utica das altera��es agudas da coagula��o; i) Fisiopatologia e terap�utica substitutiva das situa��es de insufici�ncia respirat�ria; j) Fisiopatologia e terap�utica substitutiva das situa��es de insufici�ncia renal; l) Fisiopatologia e terap�utica substitutiva das situa��es agudas do sistema cardiovascular; m) Fisiopatologia e terap�utica da insufici�ncia hep�tica aguda e das hemorragias gastrentestinais; n) Fisiopatologia e terap�utica das crises end�crinas agudas; o) Abordagem da infec��o grave e sepsia; p) Avalia��o e tratamento em p�s-operat�rio; q) Abordagem do grande traumatizado; r) Abordagem das principais intoxica��es. 5.3.1 - Recomenda-se a realiza��o de est�gios opcionais de acordo com o regulamentado no n.� 3.1.3. 5.3.2 - Os est�gios opcionais implicam obrigatoriamente: b) Exist�ncia de objectivos de conhecimento: 1) Etiologia, fisiopatologia, cl�nica, diagn�stico, terap�utica e progn�stico das entidades nosol�gicas; 2) Monitoriza��o da actividade das doen�as com recurso a protocolos validados (quando existentes) e seu reflexo na decis�o terap�utica. 6.1 - A avalia��o � feita de acordo com o estabelecido no Regulamento do Internato M�dico. 6.2 - Avalia��o do desempenho - desempenho person: a) Capacidade de execu��o t�cnica - pondera��o three; b) Interesse pela valoriza��o profissional - pondera��o three; c) Responsabilidade profissional - pondera��o 2; d) Rela��es humanas no trabalho - pondera��o 2. 6.3 - Avalia��o de conhecimentos: 6.3.1 - A avalia��o quantitativa dos est�gios opcionais a long way� m�dia ponderada com a nota obtida na avalia��o de conhecimentos referente ao ano respectivo. 6.3.2 - As restantes avalia��es de conhecimentos, no ultimate de cada est�gio ou por cada 12 meses de internato, consistem em: a) Aprecia��o do relat�rio de actividades e trabalhos produzidos pelo m�dico interno; b) Discuss�o das mat�rias estabelecidas como objectivos de conhecimentos para o est�gio ou per�odo de est�gio; c) Discuss�o de um relat�rio escrito, constru�do com base na entrevista e observa��o de um doente, onde constem o diagn�stico, a terap�utica e a ep�crise. 7 - Avalia��o ultimate do internato: 7.1 - As provas de avalia��o ultimate e a composi��o do j�ri nacional obedecem ao disposto no Regulamento do Internato M�dico. 8.1 - O presente programa entra em power em 1 de Janeiro de 2011 e aplica-se aos m�dicos internos que iniciam a forma��o espec�fica do internato a partir dessa data , source: Tecnicas De Hematologia Animal thomasfoolerydc.com.

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